Oficina “Relacionamentos Interpessoais – Uma Questão de Saúde”, é realizado no Tribunal de Contas do Estado do Acre

Segunda-feira, 29 de agosto de 2016


Os Servidores e colaboradores do Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE/AC) se reuniram nos dias 09,10,15,16 e 24 de agosto, na sala de treinamentos da instituição, para participarem da oficina “Relacionamentos Interpessoais – Uma Questão de Saúde”, que foi ministrada pela psicóloga Claudia Correia.

A oficina trouxe pontos de discussão sobre o valor que é dado aos colegas e ao trabalho em que os mesmos desenvolvem na instituição, além de abordar as maneiras de manter os bons relacionamentos que é essencial para o sucesso na carreira profissional. Na ocasião, os presentes tiveram a oportunidade de desenvolverem práticas de autoconhecimento e de terem acesso a informações sobre doenças que podem ser desenvolvidas no ambiente de trabalho, como ansiedade, depressão e síndrome do pânico.

“Conscientizar e sensibilizar os servidores quanto a importância de respeitarmos as diferenças para assim vivermos melhor e permitir que o outro também viva foi um dos objetivos do encontro. A partir do momento em que eu quero ou exijo que o outro se adeque aos meus padrões, ideais e tudo aquilo que acredito, eu estou desrespeitando o outro”, explica a psicóloga.

Claudia Torres também frisa o quanto é necessário respeitar o espaço de trabalho do colega ao lado e se atentar a doenças que podem ser adquiridas por meio do estresse.

“Tanto para a instituição quanto para o coletivo, independente daquilo que acreditamos, devemos respeitar a missão e a visão do órgão em que trabalhamos. Isso se aplica aos colegas de trabalho, deve-se aprender a praticar a tolerância e não se deve invadir o espaço do outro. É de suma importância termos a consciência de que estamos ali para colaborar, para poder dar realmente o nosso melhor. Quando respeitamos o espaço do colega de trabalho, estamos contribuindo para um bem-estar institucional. Também deve-se tomar bastante cuidado com algumas doenças oriundas do forte estresse que passamos durante o expediente, para que não haja o desencadeamento de uma síndrome do pânico, por exemplo”.

Assessoria de Comunicação/Tribunal de Contas do Estado do Acre

José Faustino Vieira


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